Mais um passinho

Não foi uma maravilha de futebol (alguém esperava?), nem veio a vitória como em outros anos em Blumenau, mas o empatezinho suado nos ajudou a dar mais um passo rumo à semifinal. Na próxima rodada, pegamos em casa o rebaixado Camboriú, que ontem levou 5 a 0 dos Ovelha Boys de Ibirama. A hipótese de não vencermos é inaceitável.

A chance de ganharmos o returno é remotíssima – temos três pontos e 12 gols a menos de saldo que o Criciúma. Vamos pelo índice técnico e provavelmente em quarto lugar. Vamos decidir sempre fora. Igual a 2012.

Ricardinho (o treinador) surpreendeu e escalou o time com três atacantes contra o Metropolitano, os três Rs (Reis, Roberson e Rodriguinho). Isso, no entanto, não significou chances criadas no primeiro tempo. Tivemos só uma oportunidade clara com Reis antes de Pablo abrir o placar, de cabeça, após cobrança de escanteio de Marquinhos. Quatro de nossos últimos cinco gols saíram de bola parada. Defensivamente falando, o meio-campo menos povoado (creio que deveria ser um 4-2-3-1, mas não funcionou) permitiu ao Metropolitano vários contra-ataques na primeira etapa.

No segundo tempo, mudamos para o 4-3-1-2, com a entrada de Ricardinho (o volante) no lugar de Reis. Era a nossa vez de jogar nos contra-ataques, mas… não funcionou. O Metropolitano veio para cima e empatou de pênalti cometido por Alef, que foi expulso. Com 10 em campo, o Avaí fechou-se, acabou o jogo sem nenhum atacante (Marquinhos ficou de “centroavante”) e conseguiu segurar a pressão dos caras, diria, até sem muito susto.

O Avaí segue com o mesmo futebol pobre de sempre, ganhando mais na transpiração que na inspiração. Até o momento, nossas maiores “goleadas” foram 2 a 0 contra Guarani e Chapecoense. Pro Chevettão, dá pro gasto.

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2 Responses to “Mais um passinho”


  1. 1 Rafael Xavier dos Passos 15 de abril de 2013 às 10:41

    Olá, Felipe. Excelente análise. Só que, como você disse, pro Chevettão dá pro gasto.

    Já comentei isso aqui no teu blog e tuitei algumas vezes, continuo achando que se o Avaí quer chegar em algum lugar na Série B – que não seja a Série C – deve contratar dois laterais. Urgente!

    É duro ver o Paulinho em campo. Ele não marca, não chega ao fundo e só dá passe para o companheiro na dividida. Tomou um baile no segundo tempo do Alessandro, que tem uns 80 anos. Do Arlan, nem vou comentar. Já tá chato bater nessa tecla sempre, vamos dar uma folga pras orelhas do rapaz.

    Meu medo é ganhar o Catarinense e achar que está tudo certo. É claro que vou ficar contente se o título vier. Contudo, como você mesmo levantou no post sobre o “citadino” o Avaí deve ter ambições maiores.

    O Chevettão deste ano está com um nível técnico horroroso, não serve de parâmetro. Vide Juventus, que implorou de joelhos pra cair e não caiu. Sem falar que tem a Copa do Brasil…

    Enfim, dá pra arrumar. Vamos à luta.

    Abraço

    Rafael Xavier dos Passos
    @xavierpassos

  2. 2 felipefbs 17 de abril de 2013 às 20:14

    Pois é, rapaz. No caso do Arlan, até gosto dele, mas é fato que está muito mal no Chevettão. Sobre ser campeão, quero ser sempre, claro, mas isso não pode mascarar alguns (vários) defeitos que o time tem. Mas acho que a gente tá escolado nisso, depois de 2010 (campeão estadual com uma campanha excelente e quase rebaixado no Brasileiro) e 2012 (campeão estadual e figurante na Série B). Abraço!


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