Arquivo para janeiro \31\UTC 2013

Equilíbrio

Voltei à nossa Ilha depois de uma ótima viagenzinha de férias, que me fez perder todos os jogos das últimas três rodadas (perdi muito?). Dei uma olhada na tabela de classificação e vi que há, por enquanto, um equilíbrio grande. Entre o líder e o lanterna, são seis pontos de distância, todo mundo já venceu pelo menos um jogo e nas últimas duas rodadas ninguém ganhou por mais de um gol de diferença.

Também, pelo comentários, imagino que ninguém esteja dando espetáculo, apesar de a paixão inexplicável de parte da imprensa por Adílson Batista resulte na invenção de carrosséis por aí.

O destaque, me parece, é a Chapecoense, que lidera o campeonato mesmo tendo o começo mais difícil entre todos os times. Os quatro primeiros adversários do time do Oeste foram nada menos que os quatro grandes (Joinville, Avaí, Figueirense e Criciúma) e, pra completar, eles ainda pegam o Metropolitano, a “sexta força”, fora de casa na próxima rodada. Vai bem o Verdão e, se não repetir o que fez ano passado, quando perdeu um turno por causa de derrotas em casa pra esses Brusques da vida, pode conseguir a vaga antecipada para a semifinal.

Quanto ao Avaí, meus queridos, tem que se manter ali no bolo dos três ou quatro primeiros. É o que importa nessa fase do campeonato. Ganhar turno é legal, tem até um trofeuzinho, acho, mas importante é classificar-se para a semifinal. Depois, no mata-mata, quem tem algo a temer são os rivais, não nós, como mostra nossa história no estadual.

Não sei dizer se estamos no caminho,  pois vi apenas o primeiro jogo, contra o Atlético. Pelo que li de notícias e comentários na internet, parece que ainda estamos oscilando muito, desde fazer um jogo muito bom contra o Criciúma fora até penar pra ganhar do Juventus em casa. Normal. A partir da sétima rodada, por aí, é que vamos ter alguma noção da real força do nosso time em relação aos principais rivais.

Domingo nos vemos em Palhoça. O Renato Silveira vai ser a nossa casa, não tenho dúvidas.

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A final que nunca houve

Estou em viagem desde quarta, por isso deixei programados textos sem muita factualidade. Volto nos próximos dias.

O Avaí já disputou diversas finais de campeonato contra seus principais adversários catarinenses, com exceção de um: o Criciúma, com quem jogaremos logo mais, às 17h deste domingo. As duas equipes enfrentam-se há cerca de cinco décadas, desde o tempo em que o atual Tigre era azul e branco e atendia pelo nome de Comerciário.

Contra o Figueirense, já disputamos três finais de Catarinense (1975, 1999 e 2012), além de citadinos, torneios inícios, decisões de vagas em Campeonatos Brasileiros etc. Contra o Joinville, disputamos a final da Copa Santa Catarina de 1995, do estadual de 2010 e aquele jogo da última rodada do hexagonal de 1985, em que os dois poderiam ser campeões – o empate era deles, e eles venceram por 2×0. Ah, houve também a disputa por vaga na Copa do Brasil de 2007 – dá pra chamar de final do Torneio Seletivo? A Chapecoense foi nossa adversária nas finais dos estaduais de 1977 e 2009.

Dos times que ainda estão em atividade no futebol profissional – ou que pelo menos estiveram até ano passado – também já enfrentamos em finais o Caxias (estadual de 1945), o Brusque (estadual de 1992), o Marcílio Dias (estaduais de 1930 e 1944) e o Hercílio Luz (segundona do estadual de 1994). Já pensasse uma final com o Criciúma, o da Série A, em 2013? Seria massa, hein?

Participar ou assistir?

Estou viajando desde quarta, por isso deixei programados textos não tão factuais. Volto em breve.

Um dos clubes grande mais atrasados em sua política interna, ainda preso a ranços e práticas do tempo do antanho e a um italianismo de quermesse, como diz o amigo virtual palmeirense Fernando Cesarotti (descendente de italianos, pois), o Palmeiras deu um grande passo rumo à maior participação de sua torcida na vida do clube. A eleição de segunda-feira, que levou Paulo Nobre à presidência do clube, foi a última “indireta”, ou seja, feita pelo Conselho Deliberativo. A partir da próxima, em dezembro de 2014 (sim, são só dois anos de mandato), os sócios poderão votar para presidente.

O Palmeiras segue o exemplo de clubes como o Grêmio, que desde 2004 adota voto dos sócios para presidente do clube. Já no Internacional, há uma votação prévia, entre os conselheiros (o conselho é renovado parcialmente a cada dois anos), para definir os dois candidatos que concorrerão ao voto dos sócios. Em ambos os casos, o mandato é também de dois anos.

São modelos diferentes, mas que levam todos a uma maior participação do torcedor (por meio dos sócios, no caso) na vida do clube. Embora clubes de futebol sejam entidades privadas, como gostam de repetir sempre que é de seu interesse, assumem um status de quase uma instituição pública também quando interessa. “O clube é nosso, vamos ajudar!”, e por aí vai. Mas é nosso ou é privado?

Nesse momento em que discute-se a reforma do estatuto do Avaí, creio que é importante termos em mente o que queremos. Participar da vida do clube ou simplesmente assistir a tudo? Pense aí.

Por estaduais mais racionais

A partir de hoje, estou viajando e, por isso, deixei programados textos que não terão, assim, tanta factualidade. Volto na semana que vem.

Eu gosto bastante do Campeonato Catarinense, pois é a oportunidade que tenho de acompanhar o Avaí mais vezes em pouco tempo. Além da Ressacada, a gente pode ir rapidinho em Brusque, Blumenau, Criciúma, Jaraguá do Sul etc. e ver o Leão ao vivo. Além de assistir ao jogos, vale a pena para comer e beber bem no interior de Santa Catarina, o melhor lugar do mundo que conheci até agora para fazer essas coisas. No Campeonato Brasileiro, fica muito mais difícil acompanhar o nosso time pelo Brasil afora. Faltam tempo e dinheiro.

No entanto, reconheço que o estadual é, financeiramente, um atraso de vida para os grandes clubes, que poderiam ganhar mais grana jogando torneios nacionais, fazendo amistoso no exterior etc. Disse certa vez o jornalista inglês Tim Vickery, que cobre o futebol sul-americano para a BBC, os estaduais no Brasil são o “rabo abanando o cachorro”, pois, na visão dele, a existência desses torneios sugere que os clubes pequenos têm mais força política que os grandes por aqui.

Faz algum sentido, se ignorarmos o lado “cultural”. Os estaduais são os torneios mais antigos do futebol brasileiro, algum com mais de 100 anos. O Brasil não é a Alemanha, nem a Inglaterra, nem a Espanha, onde pode-se cruzar o país inteiro em 500km. Num país continental, onde torce-se mais por títulos (“Faz time que eu vou ao campo!”) que por times, os estaduais são talvez a única a oportunidade de vários clubes e torcidas comemorarem títulos. Não só os pequenos. Sem os estaduais, o Atlético Mineiro teria quatro títulos, o Botafogo, três, o Avaí, um, e o Figueirense… nenhum.

Acho que os estaduais têm sua importância para o Brasil e sou contra importar modelos prontos de fora, seja de qualquer coisa, inclusive futebol. Temos a nossa história e nossas tradições. Acabar com os estaduais em nome de ter clubes grandes mais ricos e globalizados: é o que queremos?

O que acho é que os estaduais poderiam ter outro formato. Em vez de Avaí, Criciúma, Joinville e Chapecoense disputarem quatro meses de campeonato contra os Guaranis e Metropolitanos da vida, poderiam entrar apenas na fase final da competição, com, por exemplo, mais três times vindo da primeira fase, disputada pelos Guaranis e Metropolitanos da vida. Aí, faz dois quadrangulares, semifinal e final e, em vez de 22 datas, os grandes terão gasto apenas 10 datas com o estadual. Dá um mês e meio a menos de jogos, considerando duas partidas por semana.

É só uma ideia, como podem existir muitas outras, mas acredito que os estaduais deveriam ser reformulados e, principalmente, ocupar menos tempo dos clubes grandes. O que ocorre, no entanto, é justamente o contrário: eles estão cada vez maiores. As Séries A e B em 2013 começam só na última semana de maio. Em 2006, primeiro ano do Brasileirão de pontos corridos com 20 clubes, elas começaram em 15 de abril… A continuar nesse ritmo, em breve voltaremos aos anos 1970.

Ganhamos. É o que importa no momento

O Avaí começou ganhando e esse já é um fato a comemorar. Afinal, falamos de um clube que venceu apenas a terceira partida de estreia no estadual desde 2001 (ver lista abaixo). O 1×0 contra o Atlético Hermann Ainchinger não foi muito, mas foi o  o suficiente para os três pontos e o que deu pra fazer com um time que está se conhecendo agora e que só teve um jogo-treino antes de começar a jogar às vera.

Do outro lado, se não havia um esquadrão, estava um time cheio de macacos velhos do futebol catarinense (Dema, Thoni, Jean Carlos, Mauro Ovelha e por aí vai) e que deve passar longe de ser uma galinha morta no estadual.

Gostei da atuação de Rodriguinho, Alex Lima parece ser um zagueiro promissor e Marquinhos esteve acima do resto, como esperado. No entanto, não dá pra tirar muitas conclusões ainda, nem sobre a partida, nem sobre o campeonato, nem sobre nada. Não nos afobemos,

Estreia é sempre pauleira

O Avaí só ganhou em três das últimas 13 estreias de Campeonato Catarinense (as do século XXI, não tem?), já contando a do último sábado. Conseguimos a proeza de ficar de 2001 a 2007 sem vencer na primeira partida do estadual, mesmo atuando contra potências do naipe de Tiradentes, Kindermann e Juventus (pra quem perdemos duas vezes!).

Meno male que de 2008 pra cá melhoramos o retrospecto nas estreias, com três vitórias, um empate e duas derrotas – mas, não espalhem, cinco desses seis jogos foram na Ressacada e o maior clube que enfrentamos foi a Chapecoense.

O que importa, porém, não é começar bem, mas acabar bem, lá em maio.

As estreias do Leão nos últimos 13 estaduais foram essas:

2001 – Kindermann 0x0 Avaí

2002 – Atlético Hermann Ainchinger 1×0 Avaí

2003 – Criciúma 1×0 Avaí

2004 – Tiradentes 2×2 Avaí

2005 – Avaí 1×2 Atlético Hermann Ainchinger

2006 – Juventus 1×0 Avaí

2007 – Avaí 1×2 Juventus

2008 – Avaí 5×0 Guarani

2009 – Avaí 2×2 Brusque

2010 – Avaí 3×0 Brusque

2011 – Avaí 1×2 Chapecoense

2012 – Chapecoense 1×0 Avaí

2013 – Avaí 1×0 Atlético Hermann Aichinger

Muita história pra contar no estadual

Todo mundo sabe que o Avaí é o mais vezes campeão de Santa Catarina e foi “o campeão do século XX”. Só isso já bastaria para mostrar a força que o Leão historicamente tem na competição. Mas, em verdade, vos digo: fizemos muito mais que isso.

Os recordes e marcas que o Avaí atingiu desde a primeira edição do Catarinense, em 1924, o tornam ainda maior do que a sua galeria de troféus já o faz.

Alguns desses recordes, marcas e outras cositas más informo de lambuja pra vocês abaixo. Além deles, trago alguns personagens e passagens importantes da história do Avaí no Campeonato Catarinense. Sigam-me os bons.

O primeiro campeão, primeiro bi, tri e tetra

O Avaí foi o primeiro campeão catarinense, em 1924. Foi também o primeiro bicampeão (1926/27), tricampeão (1926/27/28) e tetracampeão (1942/43/44/45) estadual. O tetra só foi superado pelo octa do Joinville (1978/79/80/81/82/83/84/85).

O mais vezes campeão por mais tempo

Nem sempre o Avaí pôde se orgulhar do título de “o mais vezes campeão catarinense”. Ao conquistar o campeonato de 1941, o Figueirense ultrapassou o Leão pela primeira vez (6×5) – empatamos de novo a disputa no campeonato seguinte. Depois, o atual vice-campeão estadual voltou a ficar à nossa frente entre 2006 e 2009. Considerando também os períodos em que as duas equipes ficaram empatadas em títulos (1939-40, 1942, 2004-05 e 2010-11), são 80 anos de Avaí como o mais vezes campeão (1924-1940; 1942-2005; 2012), ou 90% do tempo em que o Catarinense é disputado. É muita soberania.

O mais vezes campeão e vice

Com 16 títulos e nove vice-campeonatos, o Avaí é o clube que mais vezes chegou entre os dois primeiros colocados do Catarinense. Não é, no entanto, o recordista de vice-campeonatos – o Criciúma tem 10.

Artilheiros

Não há lista completa dos artilheiros do Catarinense – faltam os anos de 1924 a 1928, 1932, 1936, 1959 a 1964 e 1968 a 1971. Considerando apenas os anos em que há dados disponíveis, nenhum clube teve tantos artilheiros do estadual como o Avaí. Saul foi artilheiro quatro vezes (1940, 1942, 1943 e 1945) e Periquito (1930), Bráulio (1942), Felipinho (1944), Toninho (1973), Juti (1975), Jacaré (1997) e Vandinho (2008) foram uma vez cada.

Gols e goleadas em finais

Pertencem ao Avaí os recordes de maior goleada e mais gols marcados num final de Campeonato Catarinense. Se considerarmos apenas os 90 minutos das partidas, a maior goleada foi o 7×2 contra o Caxias em 1945. Em 1943, o Leão também havia marcado sete gols numa final, nos 7×3 contra o América (em 1929, o Caxias derrotou o Adolpho Konder também por 7×3).

E se considerarmos também as prorrogações, o Leão tem o recorde de maior goleada e mais gols marcados numa final nos 14×3 contra o América em 1943 (isso mesmo, foi 7×0 na prorrogação!) e a segunda maior goleada e segundo maior número de gols marcados numa final, com 9×2 contra o Caxias (1945).

Mais participações

O Avaí é o clube que participou de mais edições dos estadual (71). Anotem aí: 1924 a 1928, 1930, 1934 a 1936, 1938, 1940, 1942 a 1945, 1949, 1951 a 1953, 1956, 1957, 1963 a 1993 e 1995 a 2013.

O goleiro cinco vezes campeão

Dizer quem foi o jogador avaiano que mais conquistou títulos estaduais não é tarefa fácil. Mas, tentaremos. Adolpho Boos, goleiro que defendeu o Figueirense no primeiro clássico da história e depois mudou de lado para ficar 14 anos guardando a meta do Avaí, foi titular nas cinco primeiras conquistas do Leão: 1924, 1926, 1927, 1928 e 1930. Não encontrei outro jogador que tenha participado de cinco títulos. Segundo o livro Avaí Futebol Clube: de 1923 a 2008, Boos foi, ainda, treinador do Avaí campeão estadual de 1945.

O maior artilheiro avaiano

O campeonato de 1975 é inesquecível para o Avaí por muitos aspectos – principalmente, claro, por ter vencido o rival Figueirense na final. E foi naquele campeonato que Juti, autor do gol do título, marcou 28 gols e tornou-se o maior artilheiro avaiano em um Campeonato Catarinense e segundo maior da história do estadual. Somente Norberto Hoppe, que fez 33 gols pelo Caxias em 1966, supera Juti.

As maiores goleadas no Scarpelli

As duas maiores goleadas em clássicos disputados no Scarpelli são do Avaí, ambas por 4×0. A primeira, no Catarinense de 1981 e a segunda, no estadual de 1982.

Nosso maior público

A partida Avaí 2×1 Blumenau, pela penúltima rodada do hexagonal final do Catarinense de 1988, que deu o título ao Leão, teve 25.735 pagantes. É o maior público da história do Avaí como mandante.

A maior vitória como visitante

A maior vitória do Avaí como visitante em jogos de campeonato foi registrada no estadual de 1995. Naquele ano, metemos 9×1 no Atlético Hermann Aichinger em Ibirama. Jacaré, o amigo do Guga e primeiro ídolo futebolístico deste que vos escreve, marcou cinco gols naquele jogo.

Deixou chegar, ferrou

Nem todos os títulos e vice-campeonatos do Avaí ocorreram em finais no sentido de “disputa em jogos eliminatórios”. Houve campeonatos de pontos corridos, quadrangulares e hexagonais finais e até decisões vencidas por WO. Pois bem, tirando isso tudo, o Leão disputou 17 finais de estadual, em jogos eliminatórios (“mata-mata”). Foi campeão 11 vezes (1927, 1928, 1930, 1943, 1944, 1945, 1975, 1997, 2009, 2010 e 2012) e vice em apenas seis (1940, 1949, 1951, 1977, 1992 e 1999) – um aproveitamento de 65%. Nas últimas 13 partidas eliminatórias válidas pelo Catarinense (desde 2009), o Avaí não perdeu. Mesmo quando foi eliminado – na final do turno de 2010 e final do returno de 2011 -, o Leão empatou, não foi derrotado. A sequência é de nove vitórias e quatro empates.

Campeão só em Florianópolis

Essa é curiosa. Nenhuma das 16 conquistas avaianas no Catarinense ocorreu fora da Capital. Os dois títulos que vencemos como visitantes (1975 e 2012) foram ganhos contra o Figueirense no Scarpelli. Quem sabe em 2013…

Os nossos maiores vices

Dois clubes dividem a honra de terem sido vice-campeões por três vezes em anos que o Avaí venceu o estadual: Blumenau (1927, 1928 e 1988) e Figueirense (1926, 1975 e 2012). Em 1927 e 1928, o Blumenau ainda chamava-se Brasil.

A semana azul

E, de repente, o clube que apostaria num time barato e com guris da base contratou os dois maiores nomes do ano até o momento no futebol catarinense. Se até semana passada eu considerava o Avaí no mesmo nível da Chapecoense – capaz de brigar pelo título, mas, ainda assim, um azarão – hoje, depois de anunciar as contratações Eduardo Costa e Marquinhos, o Leão entra com os dois pés na briga pelo título estadual.

Não acho que sejamos o melhor elenco, embora tenhamos o único fora de série para o nível estadual (Marquinhos), mas estamos em igualdade com Criciúma, Figueirense (que trouxeram bons jogadores) e Joinville (que manteve uma boa base dos últimos anos). No campeonato que começa no próximo sábado, o Avaí começa como favorito, tal qual os outros três grandes, e isso não se discute. Se vir Cléber Santana, então, segura…

Sobre a chegada do Marquinhos, mantenho o que disse ano passado. Acho que esse vaivém de ídolos e a insistência em nomes que já passaram pela Ressacada (agora pela quinta vez, no caso do Galego) revelam um clube que vai pra onde o vento aponta, sem rumo e sem saber aonde quer chegar.

Frescurada minha à parte, seria abobado se não reconhecesse que a volta de um dos melhores camisas 10 avaianos de todos os tempos (pra não criar polêmica com quem viu Zenon e Adílson Heleno – e craque a gente não compara, a gente reverencia, como diz o Felipe Matos) é um acréscimo técnico e tanto ao nosso time atual.

Além de jogar muito, Marquinhos é experiente, líder e mata no peito a pressão que a equipe recebe, tudo o que esse elenco não tinha até agora. Se lembrar só um pouquinho o Marquinhos de 2008-2009, já será muito bom. Espero que desta vez ele venha, fique até os 38 anos, ganhe muitos títulos, bata vários recordes com a camisa do Leão e se aposente aqui, onde é ídolo.

Quanto a Eduardo Costa, não é um jogador tão decisivo por causa da posição em que joga (volante), mas, se atuar como nos tempos de Grêmio, vai ser fundamental.

Sim, ainda falta um centroavante, faltam jogadores aqui e ali, mas ninguém em Santa Catarina tem um elenco redondinho. Pra disputar o título estadual, o Avaí está muito bem. Série A e Copa do Brasil são outros 500 e, por enquanto, não nutro muitas ilusões. Mas vai que…


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