Don’t stop!

Well, the only thing I ask of you
Is to hand me back some pride

(Don’t Stop, dos Rolling Stones. Tradução aqui)

Com a vitória diante do Guarani, o Avaí chegou à belíssima marca de 13 pontos somados em 15 possíveis nas últimas cinco rodadas. Apesar desse esforço hercúleo, o G4 ainda está distante seis pontos. Por isso, o Leão tem que manter essa pegada nos próximos jogos para seguir somando pontos e encostar na zona prometida. Não para, não para, não para não!


Trilha sonora pra animar a escalada avaiana rumo ao topo

A vitória em Campinas foi construída no melhor estilo Série B. Com três cabeças-de-área legítimos (Bruno, Thiesen e Orlando) entramos em campo para marcar e sair no contra-ataque. Daí, a importância de Laércio, esse jogador sempre execrado pela torcida avaiana, que movimenta-se e corre feito doido o jogo inteiro.

Mas o primeiro gol não foi de correria. Foi de bola parada, numa trapalhada do goleiro, que Felipe Alves aproveitou. Foi o quinto gol dele na Série B, o quarto nessa sequência de cinco jogos de invencibilidade. O primeiro tempo seguiu truncado, amarrado, com poucas chances de gol para ambos os lados. Na melhor, Laércio poderia ter feito um golaço, mas acertou novamente o travessão, como havia feito contra o ABC. No fim das contas, a primeira etapa acabou melhor pra nós, que fomos para o intervalo com a vantagem no marcador.

Na segunda etapa, o Guarani viria para cima, mas Cléber “El Diez” Santana, como não tinha nada melhor para fazer, resolveu dar mais um passe genial, do tipo “faz, meu filho!”, como ele tinha feito na partida contra o Paraná. Laércio entraria na cara do goleiro bugrino, mas foi derrubado por um buraco no gramado. Como o gramado é do Guarani, tecnicamente é falta e pênalti bem marcado pelo árbitro. Cléber bateu fingindo que Émerson era Wilson e meteu no cantinho, 2×0.

Há que se destacar que, novamente, o Avaí não correu riscos. Nervoso com a pressão provocada pelos 48 mil lugares vazios no estádio, o Guarani sentia a bola queimar nos pés de seus jogadores e pouco criou. Esse esquema de três cabeças-de-área tem funcionado bem pra proteger a defesa avaiana. Apenas três gols sofridos nos últimos cinco jogos. Tava tão mole que Hemerson Maria colocou em campo Jaílton, o mítico zagueiro que nunca havia jogado. Agora ele já tem mais partidas oficiais disputadas pelo Avaí, que Miguel Lavié, defensor uruguaio que passou um ano inteiro na Ressacada e só disputou amistosos.

O jogo foi ruim, falta isso, falta aquilo, mas o principal foi a vitória, a primeira do Avaí em cinco jogos disputados no Brinco de Ouro da Princesa. Pena que todo mundo lá em cima, exceção do Goiás, também ganhou. Aliás, Avaí, Criciúma e Joinville somados tiveram mais vitórias em uma noite que o Figueirense nos últimos três meses.

Sexta-feira, contra o Barueri, não podemos sair com menos que três pontos. A escalada rumo ao G4 não pode parar.

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