Arquivo para maio \29\UTC 2012

Novidades para o jogo

Hemerson Maria disse que vai colocar o Diogo Orlando na posição que era do Robinho, que ele é o jogador que pode fazer a função do desligado, etc. etc. etc. Não concordo, mas se ele, que treina o time todos os dias, diz…

Ou poderemos ver Patric fazendo a função de Robinho – tem mais característica pra isso que o D.O. – e Diogo Orlando jogando pela direita, onde teve suas melhores atuações desde que chegou ao Avaí, no já longínquo 2010 (atuando no esquema 3-5-2, é verdade). Lembro que no jogo em Chapecó o Patric entrou de atacante e até meteu gol.

Diego

Diogo Orlando – Renato Santos – Leandro Silva – Pirão

Marcinho Guerreiro – Mika

Patric – Cléber Santana – Felipe Alves

Nunes

Nessa escalação eu boto fé

A volta de Marcinho Guerreiro no lugar de Bruno é natural e mostra que não temos muitas opções no elenco. Apesar de o último jogo dele ter sido em Criciúma, ficou a lembrança daquela sacola que levamos do Joinville lá (3×0), em que ele foi um dos piores em campo.

Que entrem, Diogo e Marcinho, joguem bem e nos ajudem a trazer um grande resultado da pujante GOIANINHA.

Avaí x América-RN na história

Jogos: 9
Vitórias do Avaí: 2
Vitórias do América: 4
Empates: 3
Gols do Avaí: 12
Gols do América: 15
Maior vitória: América 1×5 Avaí (21.06.2008)
Artilheiros: Marquinhos (Avaí) e Marcão (América), dois gols
Último jogo: Avaí 1×1 América (19.09.2008)

Jogos de destaque

– O América-RN fez parte de um jogo histórico para o Avaí. Foi em 10 de março de 1974, no estádio Machadão, em Natal. Naquele dia, o Leão estreava em sua primeira participação na primeira divisão do Campeonato Brasileiro, atual Série A. O jogo terminou empatado, por 1×1, com gols de Garcia para os potiguares e de Zenon para nós. Foi também o primeiro jogo de campeonato que o Avaí disputou no Nordeste do Brasil.

– Outra partida histórica para o Avaí contra o América-RN foi disputada em 21 de junho de 2008, também no Machadão. O Leão meteu 5×1 no Mecão, estabelecendo sua maior vitória em competições nacionais como visitante. Válber, Émerson, Marquinhos, Vandinho e Abuda fizeram os gols avaianos e Anderson Bill descontou para os americanos.

Money, que é good, nós have?

Na semana em que Carlos Arini foi limado da Ressacada para a chegada de Marcelinho Paulsita, cujo currículo como gerente de futebol é parecido com o meu, Hemerson Maria e Ênio Gomes deram entrevistas ao Fabrício Correa na Rádio Record e falaram coisas parecidas. Quando perguntados sobre essa troca (Arini por Paulista), disseram mais ou menos isso: “é, gostávamos do Carlito, blá blá blá, mas a situação financeira do clube não é muito boa, o clube precisa de dinheiro, blá blá blá”.

Na hora, me lembrei de um dia, no meio do campeonato estadual, em que um funcionário do Avaí (não é bagrinho não) disse na minha frente sobre a situação financeira do clube algo como “nós temos que subir pra Série A este ano, senão…”. E juntou as mãos em frente ao peito e olhou pro céu como se estivesse pedindo intervenção divina. É, amigos, 2011 foi um ano destruidor para o Leão dentro e fora de campo.

Então, as declarações de Hemerson & Enio me levaram a crer que a chegada de Marcelinho Paulista estaria relacionada também à chegada de dinheiro. Aí, pintou aquela história de que o Marcelinho trouxe um checão pra pagar os salários atrasados de jogadores e funcionários (guerreiros. Foram campeões estaduais de bolsos vazios), que depois ninguém sabia dizer se era verdade, enfim, esse diz-que-me-disse que só ganha força quando não há um mínimo de transparência.

Se é grana que veio com Marcelinho, não deve ser muita, afinal vamos a 15 dias passados do fim do estadual e ainda não pintou ninguém novo na Ressacada. Está pra chegar Jaílton, ex-Joinville, que sinceramente não lembro de ver jogar, mas dizem que é bom. Então, que venha e contribua. Mas ainda não é nada que indique que o Avaí tenha recebido um aporte financeiro. A “volta” de Evando, gerente do FairPlay, então… meu Deus… (pode dar certo, mas não deixa de ser bizarro)

Menos mal que a base do estadual, até o momento, está mantida. Dos titulares, só Robinho, o desligado, saiu. O elenco, no entanto, não é suficiente para um campeonato longo (vamos de Marcinho Guerreiro e Diogo Orlando contra o América). Mas quem sabe venha aí dinheiro dos portugas, quem sabe venham jogadores do Corinthians, quem sabe do Grupo DIS/Sonda, quem sabe, quem sabe, quem sabe… quem sabe?

Eu é que não sei de nada. Nosso futuro é duvidoso. Veremos grana ou veremos dor?

Pensamento da semana

“Quem sabe aonde quer chegar escolhe o caminho certo e o jeito de caminhar.”

 

Thiago de Mello (1921-), poeta.

As estatísticas dos jogadores no Catarinense

Agora sim, com algum atraso, mas chegam as estatísticas que mostram os jogadores do Avaí que se destacaram no estadual em vários quesitos.

Quando eu falar em “média de tal coisa por jogo”, estou considerando apenas jogadores que disputaram, pelo menos, 10% das partidas do Avaí no campeonato, ou seja, de três jogos pra cima.

Confiram comigo.

a) Gols

Todos sabemos, Cléber Santana foi o artilheiro do Avaí no estadual, com sete gols marcados.

O que poucos talvez tenham notado é que Felipe Alves terminou o campeonato com uma excelente média de 0,75 gol por partida: foram seis em oito jogos.

E lembram aquela média de gols por minuto? Diego Palhinha foi o melhor, com média de um gol a cada 83min40s em campo.

Os três gols que Felipe Alves meteu no Marcílio Dias, no 6×1 na Ressacada, foram o  recorde de mais balançadas de rede feitas por um jogador avaiano na mesma partida do campeonato.

b) Passes para gol

Nas famosas “assistências”, ele, Robinho, o garçom azurra, foi o melhor: cinco passes para gol. A média do novo jogador do Coxa foi de 0,29 passe para gol por jogo, também a maior do Avaí no estadual.

c) Presença em campo

No total, 28 jogadores foram usados pelo Avaí no campeonato.

Lesionado, Renato Santos ficou de fora de dois jogos. No entanto, disputou 20 de 22 partidas do Avaí no campeonato,  a maior marca entre todo o elenco.

Renato foi também o jogador que atuou como titular mais vezes (20) e que ficou mais minutos em campo: 1.778.

Na média de minutos jogador por partida, claro que os goleiros levam vantagem. Então, excluindo eles (que ficaram 90min em campo, na média), quem ficou mais tempo em campo foi Pirão, com média de 88min21s a cada jogo disputado.

d) Reservas

Nenhum reserva foi mais frequente em campo que Laércio, o Carreirinha, que começou no banco todas as 12 partidas que disputou no estadual.

e) Cartões

Bruno (novidade!) foi o mais indisciplinado, com 10 cartões amarelos recebidos.

Na média de cartões recebidos por jogo, porém, Patric conseguiu superar o volante. Levou quatro amarelos em sete partidas, média de 0,57 por confronto.

Muito se falou de Renato Santos, que é zagueiro e não levou nenhum cartão. Mas, vejam só que curioso, a zaga como um todo foi bem disciplinada nesse estadual.

Somados, os quatro zagueiros utilizados (Cássio, Leandro, Rafael e Renato) receberam apenas quatro amarelos e um vermelho.

Agora, vejam os cartões recebidos pelos seis volantes (Bruno, Diogo Orlando, Marcinho Guerreiro, Marrone, Mika e Pirão): 29 amarelos e um vermelho. Baita diferença.

f) Aproveitamento de pontos

Mika em campo era sinônimo de vitória quase certa pro Leão. Nas nove partidas que ele disputou, somamos 88,8% dos pontos.

O pior, se querem saber, foi Cléverson. Com ele em campo (11 jogos), somamos 48,4% de pontos.

E não foi só Hémerson Maria que terminou o estadual invicto. Diego Palhinha (7v, 2e, 0d), Felipe Alves (6v, 2e, 0d) e Maurício (3v, 2e, 0d) também!

 

Curiosidades numerológicas da nossa campanha no estadual

Demorei porque, sabecomé, leva um tempinho pra levantar os dados e não vivo do blogue. Começo pela campanha do time como um todo. Em post futuro, falarei do desempenho dos jogadores.

A campanha do Avaí foi de 22 jogos, com 13 vitórias, três empates e seis derrotas. Marcamos 42 gols (média de 1,90 por jogo) e sofremos 23 (média de 1,04). Saldo positivo de 19 gols.

O Avaí acabou o campeonato com 42 pontos somados no total, dois a menos que o vice-campeão Figueirense. Isso não acontecia desde 2008, quando o próprio time do Estreito foi campeão somando dois pontos a menos que o vice Criciúma (49 x 51).

Destaca-se na nossa campanha o baixo número de empates. Percentualmente falando, é o menor índice (13,6%) desde 2000, quando o Joinville foi campeão também empatando só três vezes, mas em 26 jogos (11,5%).

Com poucos empates e uma campanha irregular até a reta final, tivemos um percentual de derrotas um pouco acima da média para times campeões catarinenses (27,2%). É o maior índice desde 2004, quando o Figueirense foi campeão perdendo cinco de 16 partidas (37,5%).

Agora, falemos de algo muito prazeroso. A final.

A coça que demos no Freguesense, o trieliminado, de 5×1 no placar agregado, iguala o passeio nosso sobre o Joinville em 2010 (também 5×1). Voltando mais no tempo, final mais desigual que essas duas só a de 2001, quando o Joinville fez 5×0 no Criciúma no placar agregado (3×0 em casa e 2×0 fora).

Com a conquista, o Leão chegou ao seu terceiro título estadual em quatro anos. Não é nada, não é nada, é muita coisa: fase parecida não acontecia desde o tetracampeonato da década de 1940 (1942-45).

Supremacia

Buenas, e nem preciso lembrar que o Avaí conquistou o décimo sexto título estadual e voltou a ser, sozinho, o mais vezes campeão catarinense, o que não acontecia desde o título do Figueirense em 2004 (naquele ano, empatou em 13×13). O ranking de conquistas fica assim:

1) Avaí – 16 (1924, 1926-28, 1930, 1942-45, 1973, 1975, 1988, 1997, 2009-10 e 2012)

2) Figueirense – 15 (1932, 1935-37, 1939, 1941, 1972, 1974, 1994, 1999, 2002-04, 2006 e 2008)

3) Joinville – 12 (1976, 1978-1985, 1987 e 2000-01)

4) Criciúma – 9 (1968, 1986, 1989-91, 1993, 1995, 1998 e 2005)

Ao chegar a mais uma final, o Leão manteve-se na liderança do ranking de times que mais vezes terminaram entre os dois primeiros colocados no Campeonato Catarinense: 25 vezes. Não dá pra dizer que chegou a “25 finais” porque nem sempre o campeonato teve final. A estatística fica assim:

1) Avaí – 25 vezes (16 títulos / 9 vices)

2) Figueirense – 23 vezes (15 títulos / 8 vices)

3) Criciúma – 19 vezes (9 títulos / 10 vices)

4) Joinville – 17 vezes (12 títulos / 5 vices)

Números que comprovam: o Avaí é o maior de todos quando se fala em Campeonato Catarinense. E fim de papo.

Jogadores negociados (atualizado)

republicado com acréscimo de informações: tinha faltado o Cléverson na lista de negociados.

Em itálico, as novidades.

Contratados

Ano passado foram 40. Teve ano (2003, 2007…) que passou de 50, 60, 70… Vamos ver quantos serão em 2012.

1) Aélson (lateral, Chapecoense)

2) Neílson (atacante, Chapecoense)

3) Renato Santos (zagueiro, Joinville)

4) Ronaldo Capixaba (atacante, Joinville)

5) Leandro Silva (zagueiro, Ponte Preta-SP)

6) Mika (volante, Guarani-SP)

7) Pirão (volante/lateral, Ponte Preta-SP)

8) Diego Palhinha (meia, Icasa-CE)

9) Jaílton (zagueiro, Marília-SP)

10) Felipe Alves (atacante, Penapolense-SP)

11) Saldanha (meia, Grêmio Barueri-SP)

12) Gilmar (atacante, São Caetano-SP)

13) Nunes (atacante, São Caetano-SP)

14) Patric (lateral, Ponte Preta-SP)

15) Cléber Santana (meia, São Paulo-SP)

16) Diego (goleiro, Boavista-RJ)

Negociados

O Avaí planeja arrecadar entre R$ 1,5 milhão e R$ 3 milhões com negociação de jogadores em 2012. Foi o que a Diretoria Executiva apresentou na reunião do Conselho Deliberativo em dezembro. Então, vamos acompanhar a movimentação dos jogadores que pertencem ao Avaí.

1) Clayton (empréstimo, Brusque)

2) Gustavo (empréstimo, Chapecoense)

3) William (venda, Atlético Goianiense-GO)

4) Dinélson (empréstimo, Daegu-CRS)

5) Júnior Urso (empréstimo, Coritiba-PR)

6) Acleisson (empréstimo, Mirassol-SP)

7) Pará (empréstimo, América-MG)

8) Felipe Jacques (empréstimo, Ipatinga-MG)

9) Batista (empréstimo, Oeste-SP)

10) Zé Carlos (empréstimo, Oeste-SP)

11) Rodrigo Thiesen (empréstimo, Volta Redonda-RJ)

12) Davi (venda, Coritiba-PR)

13) Leo Campos (empréstimo, Marcílio Dias)

14) Rodinei (empréstimo, Marcílio Dias)

15) Leo Lima (empréstimo, Marcílio Dias)

16) Mohammed Bawa (empréstimo, Marcílio Dias)

17) Renan Oliveira (empréstimo, Bangu-RJ)

18) Medina (empréstimo, Guarani-SP)

19) Ildemar (empréstimo, Esportivo-RS)

20) Fábio Santos (empréstimo, Red Bull-SP)

21) Julinho (empréstimo, Sport-PE)

22) Jéferson Maranhão* (empréstimo, Mogi Mirim-SP)

23) Rodinei (empréstimo, Corinthians-SP)

24) Neílson (empréstimo, Caxias-RS)

25) Otávio Augusto (empréstimo, Jaraguá)

26) Adriel Silva (empréstimo, Jaraguá)

27) Robinho (???, Coritiba-PR)

28) Cléverson (empréstimo, Náutico-PE)

*nunca jogou no Avaí, mas pertence ao clube.

Rescisões

1) Leandro Lima (foi para o Daegu-CRS)

2) Thiago Salles (foi para o Apollon Limassol-CHP)

3) Gilmar (foi para o Criciúma)


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