Arquivo para janeiro \31\UTC 2012

O desafio de Ovelha

Estou em viagem e este post estava previamente agendado. Não acredito nisso, mas, se o Mauro Ovelha caiu antes de este post ir ao ar, saibam que o texto foi escrito enquanto o treinador-ovino estava no comando.

Mauro Ovelha tem o maior desafio de sua carreira treinando o Avaí. OK, ele já treinou o Joinville, mas, que me desculpem os jequeanos, por mais que os dois clubes se equivalham em grandeza, a pressão e a exposição dele treinando um time de Florianópolis é bem maior. Aqui estão os principais veículos de comunicação do estado e aqui estão as duas maiores torcidas de clubes catarinenses.

O desafio de Ovelha torna-se maior ao analisarmos o histórico do Avaí em fritar técnicos sem muita cerimônia. Não é uma característica da gestão Zunino, é algo que vem de muito tempo. Peguemos, por exemplo, o Avaí desde 1974, ano em que começou a disputar competições nacionais.

De lá para cá, de acordo com os dados nem sempre confiáveis do livro oficial do Avaí, o Avaí Futebol Clube: de 1923 a 2008, de Alexandrino Barreto Neto, somente três treinadores começaram e terminaram a mesma temporada no Avaí sem ser demitidos. Essa proeza coube a Áureo Malinverni (1980), Adelardo Madalena, o Ladinho, (1983) e Silas (2009).

Silas: o último a resistir um ano inteiro

O feito de Silas, de resistir uma temporada inteira no comando do Avaí, me parece mais importante se pensarmos que na época de Malinverni e Ladinho, é bem provável que os manezinhos estivessem mais preocupados com o Campeonato Carioca que com o destino de Avaí e Figueirense. Malinverni, por exemplo, fez uma campanha horrível na Série B (lanterna do grupo). Já no ano de Madalena, o Avaí não disputou torneios nacionais.

De acordo com o livro, os anos em que o Avaí teve mais treinadores foram os de 1993 e 2003: seis treinadores em cada um – em 1993, ano do primeiro rebaixamento (o estadual), até o superintendente administrativo e ex-presidente Nílson Fidélis, o Pico, assumiu o comando da equipe em um jogo. Ano passado, com cinco (incluindo Édson Neguinho), não ficou muito longe.

2011

Quem começou: Vágner Benazzi

Quem terminou: Édson Neguinho

No meio: Silas, Alexandre Gallo e Toninho Cecílio

2010

Quem começou: Péricles Chamusca

Quem terminou: Vágner Benazzi

No meio: Antônio Lopes e Édson Neguinho

2009

Quem começou: Silas

Quem terminou*: Silas

*Paulo Pereira (irmão de Silas) dirigiu o time no último jogo do ano, contra o Náutico, porque Silas estava em viagem à Espanha (não havia sido demitido).

2008

Quem começou: Sergio Ramírez

Quem terminou: Silas

No meio: Édson Neguinho

2007

Quem começou: Josué Teixeira

Quem terminou: Alfredo Sampaio

No meio: Sergio Ramírez, Zé Teodoro e Édson Neguinho

2006

Quem começou: Casemiro Mior

Quem terminou: Joceli dos Santos

No meio: Vágner Benazzi, Dorival Júnior e Édson Gaúcho

2005

Quem começou: José Galli Neto

Quem terminou: Joceli dos Santos

No meio: Belmonte e Márcio Araújo

2004

Quem começou: Marcos Paquetá

Quem terminou: Roberto Cavalo

2003

Quem começou: Adílson Batista

Quem terminou: Abel Ribeiro

No meio: Roberto Cavalo, Lula Pereira, Pley Freitas e Jair Pereira

2002

Quem começou: Flamarion Nunes

Quem terminou: Adílson Batista

No meio: Júlio Espinosa

2001

Quem começou: Roberto Cavalo

Quem terminou*: Roberto Cavalo

No meio: Evandro Guimarães e Humberto Ramos

*Roberto Cavalo foi demitido no Catarinense e recontratado na Série B

2000

Quem começou: Cuca

Quem terminou: Roberto Cavalo

1999

Quem começou: Roberto Cavalo

Quem terminou: Cuca

No meio: Luiz Gonzaga Millioli

1998

Quem começou: Reinaldo Salomão

Quem terminou: Roberto Cavalo

No meio: Evandro Guimarães e Rafaelle Granitti

1997

Quem começou: Rafaelle Granitti

Quem terminou: Abel Ribeiro

No meio: Emílson Peçanha e Luiz Gonzaga Millioli

1996

Quem começou: Rui Guimarães

Quem terminou: Joceli dos Santos

No meio: Joubert Pereira

1995

Quem começou: Lauro Búrigo

Quem terminou: Rui Guimarães

1994

Quem começou: Joceli dos Santos

Quem terminou: Lauro Búrigo

1993

Quem começou: Alan Jackson

Quem terminou: Nazareno Silva

No meio: Balduíno, Lauro Búrigo, o superintendente administrativo e ex-presidente Nilson Fidélis (Pico) e Adílson Fernandes

1992

Quem começou: Luiz Carlos Cruz

Quem terminou: Sérgio Lopes

No meio: Nílson de Souza

1991

Quem começou: Ladinho

Quem terminou: Sérgio Lopes

No meio: Luiz Paulo

1990

Quem começou: Hélio dos Anjos

Quem terminou: Ladinho

No meio: Gil Alves, Sérgio Lopes e Ademir Mello

1989

Quem começou: Homero Cavalheiro

Quem terminou: Hélio dos Anjos

No meio: Lico, Djalma Cavalcanti e novamente Lico

1988

Quem começou: Rui Guimarães

Quem terminou: Sérgio Lopes

1987

Quem começou: Vacaria

Quem terminou: Rui Guimarães

No meio: Zanata e Áureo Malinverni

1986

Quem começou: Lauro Búrigo

Quem terminou: Toninho Quintino

No meio: Toninho Quintino, Vicente e Cláudio Duarte

1985

Quem começou: Zé Carlos

Quem terminou: Lauro Búrigo

1984

Quem começou: Emílson Peçanha

Quem terminou: Dacica

No meio: Sérgio Moacir Torres

1983

Quem começou: Adelardo Madalena

Quem terminou: Adelardo Madalena

1982

Quem começou: Paulo Leão

Quem terminou: Adelardo Madalena

No meio: Cláudio Wagner e Félix Mielli Venerando

1981

Quem começou: Sérgio Lopes

Quem terminou: Áureo Malinverni

No meio: Leonardo Augusto Caldeira

1980

Quem começou: Áureo Malinverni

Quem terminou: Áureo Malinverni

1979

Quem começou: Natanael Ferreira

Quem terminou: Dacica

No meio: Acácio de Souza, Luiz Alberto, novamente Acácio de Souza, Áureo Malinverni e Miro Andrade

1978

Quem começou: Dacica

Quem terminou: Adão Goulart

No meio: Tião, novamente Dacica, Áureo Malinverni e mais uma vez Dacica

1977

Quem começou: Joel Castro

Quem terminou: Emílson Peçanha

1976

Quem começou: Áureo Malinverni

Quem terminou: Joel Castro

1975

Quem começou: José Ferreira

Quem terminou: Áureo Malinverni

1974

Quem começou: Jorge Ferreira

Quem terminou: José Ferreira

No meio: Manoel Cordeiro

Eu estava lá: Avaí 3×1 Atlético de Ibirama (2009)

Estou em viagem nesta semana. Os posts que forem publicados nesse período estavam previamente agendados.

O jogo entre Avaí e Atlético de Ibirama pelo Catarinense de 2009 não foi histórico, não marcou época, mas me vem à cabeça por causa de um jogador do time do Vale. Na época, ele atendia pelo nome de Leandrão e destacava-se marcando gols e formando uma boa dupla de ataque com o cabeludo Lenílson (cada um fez 8 gols). Naquela tarde, na Ressacada, Leandrão fez o gol de empate atleticano aos 23 minutos do primeiro tempo, seis depois de Evando abrir o placar.

O jogo valia muito pro Avaí, que brigava com a Chapecoense pela liderança do returno – estavam empatados em pontos até aquela rodada, a penúltima. Ainda no primeiro tempo, Evando faria o segundo dele na partida e, na etapa final, Lima fecharia o placar em 3 a 1 para o Avaí. Bons tempos aqueles em que os atacantes avaianos faziam gols.

Não sei por qual motivo, a torcida do Avaí, desde que me conheço por gente, tem preconceito contra jogadores que se destacam nos times pequenos de Santa Catarina. O cara pode vir do Oeste, do Mirassol ou da Cabofriense que ninguém reclama. Mas se vem do Imbituba, ah, coitado, vai ser vaiado no primeiro erro de passe.

“Não serve pra jogar no Avaí” ou “contra nós joga muito, mas se colocar a camisa do Avaí, não faz nada”, são algumas das bobagens repetidas aos quatro ventos, ou melhor, ao vento sul que sempre sopra na Ressacada. E foram coisas desse tipo que ouvi naquela tarde, depois de elogiar Leandrão, que incomodava bastante nossa zaga.

Meses depois, Leandrão desembarcou em Porto Alegre, para jogar no Internacional. Mudou seu nome de guerra, virou Leandro Damião, e descambou a fazer gols em 2010 e 2011. Não por acaso, chegou à Seleção Brasileira e é talvez o principal centroavante brasileiro na atualidade. Nesse meio-tempo, nós fomos de Vandinho e William com a camisa 9…

Aquela vitória contra o Atlético de Ibirama foi fundamental para o título do Avaí. Com o empate da Chapecoense em casa contra o Figueirense (2 a 2), o Avaí alcançou a liderança do returno do Catarinense 2009. Na rodada final, uma emocionante virada por 2 a 1 contra o Metropolitano em Blumenau garantiu o título do returno ao Leão, com 2 pontos de vantagem sobre o time do Oeste. De quebra, a vaga no quadrangular final. O resto nós sabemos como foi.

Melhorou

Não foi assim, aqueeeeeela Brastemp, mas gostei – dentro das minhas expectativas – da atuação do Avaí no segundo jogo. O 3×2 sugere um equilíbrio que, pra mim, o jogo não teve. O 2×0 ou 3×1 seriam placares mais condizentes com a realidade.

Achei que Pirão foi melhor como ala que Aélson. Arlan também apareceu mais no ataque, jogando como ala, não lateral. Diogo Orlando, jogador que nunca me agradou, fez uma belíssima partida. Gostei também de Neílson.

Nem tudo, porém, foram flores. Pela milionésima vez desde 2009, o Avaí vencia por 2 a 0 e deixou o adversário empatar. Em dois minutos, em duas bolas cruzadas na área, com direito a gol contra, o Criciúma, aparentemente morto, igualou o marcador. Felizmente, conseguimos marcar com “Diogol” Orlando no finalzinho.

O exato momento em que o pavão Andrey rende-se à superioridade azurra e aplaude o gol de Pirão (Foto: Assessoria de Comunicação do Avaí)

Não entendi o porquê de Marcinho Guerreiro, assim como no jogo em Chapecó, continuar cuspindo fogo. Desta vez, conseguiu o que queria: ser expulso. Que o jogo de suspensão sirva para ele esfriar a cabeça e voltar mais calminho – ou é melhor nem voltar.

O time de Mauro Ovelha ainda tem que melhorar, entre outras coisas, o posicionamento da defesa nas bolas paradas (os três gols que levamos foram de cruzamento de bola parada) e ensinar aos atacantes que não é futebol americano: chute por cima da trave não conta ponto. A falta de pontaria de Neílson, Capixaba, Laércio e assemelhados quase custou a vitória ontem.

Aliás, o último gol de um atacante avaiano foi marcado na derrota em casa para o Ceará, por aquele novo-ídolo do Atlético Goianiense. Desde então, são sete jogos sem que os ixtrovantes azurras marquem um golzinho. Nesse período, os volantes Pirão e Diogo Orlando são os artilheiros do time, com dois gols cada.

Registre-se também que Jéferson Schmidt, como sempre e pra manter a média da arbitragem catarinense, teve uma atuação tenebrosa e prejudicou todos os seres vivos e inanimados que tiveram ligação direta ou indireta com a partida, mas principalmente o time do Criciúma, ao não marcar um pênalti quando o jogo ainda estava 0 a 0 (a bola bateu na mão de Renato Santos e desviou sua trajetória).

Eu estava lá: Avaí 2×0 Criciúma (1998)

No Campeonato Catarinense de 1998, o Avaí conseguiu a proeza de vencer os dois turnos, chegar ao quadrangular final com dois pontos de bonificação e acabar em quarto, atrás de Criciúma, Tubarão e Brusque. Mas antes disso, houve a final do segundo turno contra o Criciúma, numa partida até hoje conhecida como “o jogo em que soltaram um leão em campo”.

Aquela tarde foi bastante especial pra mim. Na época, eu jogava na escolinha do Avaí, e foi marcada uma preliminar antes da final do segundo turno entre a turma da escolinha da tarde (a minha) e a da manhã. Todo mundo que me conhece sabe que eu não jogo nada e, como um bom pereba, jogava em qualquer posição que me colocassem. Na ocasião, com 14 anos, entrei com a camisa 5, de primeiro volante, embora costumasse treinar de zagueiro na escolinha. Jogamos com a camisa toda azul, calção branco e meião branco (que eu me lembre). O time adversário entrou de camisa listrada, calções e meias azuis. O uniforme do time adversário lembro bem porque derrubei uns três deles durante o jogo.

Sempre tive consciência da minha perebice e nunca almejei de verdade ser jogador. Frequentava a escolinha mais porque gostava muito de futebol e o preço da mensalidade era baixo – R$ 5,  se não me engano. Sorte do Avaí que ninguém resolveu apostar no meu (pseudo)futebol. A preliminar teve uns 30 minutos, acho, com dois tempos (deve ter sido dois de 15). No primeiro, saímos perdendo por 2 a 0, e o melhor jogador do nosso time, o Dago, perdeu um pênalti no gol do aeroporto. Lembro até hoje da reação da torcida (já tinha bastante gente no estádio) quando ele chutou a bola por cima do travessão: uma vaia sonora, e o guri, que era muito bom, não jogou mais nada.

No segundo tempo, nosso time reagiu e acabamos empatando por 2 a 2. Agora, o dado mais impressionante é esse: não toquei na bola nenhuma vez. Mas, assim como Zagallo é tetracampeão, eu colaborei com a reação do meu time, afinal estava em campo, oras. Não foi a primeira vez que joguei na Ressacada (teve outras duas, uma antes de um clássico pela Série C em 1996 com estádio quase vazio e outra num sábado de manhã, sem público, quando atuei de lateral-direito e dei o cruzamento para um gol), mas foi a vez que teve mais gente. Depois  do jogo e de banho tomado, claro, subi as arquibancadas para assistir o jogo contra o Criciúma com minha mãe.

Aquele foi o “jogo em que soltaram um leão em campo”, como disse. Na verdade, um filhote de leão. Chegou de helicóptero, foi ovacionado pela torcida, deu algumas voltas no campo. Só tinha visto leão fazendo macaquices em circo e foi divertido ver aquele bicho correndo pelo gramado da Ressacada. Mas o melhor mesmo estava por vir.

O jogo contra o Criciúma foi muito bom, com os dois times criando chances e disputando com bastante, digamos, virilidade cada jogada. Teve lance bonito, golaço do Dão, quebra-pau entre os jogadores e vitória do Leão por 2 a 0 no final. Sérgio Araújo, ponta veterano que tinha sido destaque do Atlético Mineiro, jogou uma barbaridade naquela tarde. Na defesa, Altair anulou Marcos Paulo, aquele centroavante alto e magrelo que andava metendo gol adoidado.

A vitória pro 2 a 0 nos deu o título do returno e o segundo ponto extra para o quadrangular final. Aí, tudo começou a desandar. No fim, o Criciúma acabaria fazendo a final com o Tubarão e ficaria com o título. Pelo menos o  segundo semestre daquele ano trouxe para nós a grande conquista da Série C.

Até quando?

Domingo, antes do jogo com a Chapecoense, mais um vez fomos surpreendidos com cenas de violência. Não importa quem começou, quem provocou, quem atirou. Outra vez a barbárie e, infelizmente, outra vez a principal torcida organizada do Avaí envolvida.

Já tivemos morte de um torcedor do Joinville, o sr. Ivo com a mão decepada, tiro dentro do estádio em um Marcílio Dias x Joinville, pedradas e pancadaria em clássico toda hora, e o que foi feito até hoje pra acabar com isso? Cadastro de torcida? Proibir venda de cerveja? Não deixar o povo ir com as cores do time no estádio? De que adianta? É tratar câncer com aspirina.

Foi só a primeira rodada. Na próxima, já há mais dois confrontos possivelmente tensos: Avaí x Criciúma e Marcílio Dias x Joinville. E assim vai. O torcedor, principalmente o visitante, nunca sai de casa tranquilo. Sabe que corre o risco de ser atacado numa emboscada, levar uma bomba, uma pedrada ou um tiro por causa de um simples jogo de futebol.

Na imensa maioria dos casos, como em Chapecó, são as organizadas que se envolvem nos conflitos. Deve haver muita gente dentro das organizadas que está lá porque quer fazer festa e só. No entanto, os bandidos/arruaceiros/baderneiros aproveitam que estão dentro desses grandes grupos para aprontar – e eles não são tão poucos, infelizmente. O anonimato protege os marginais.

Não é só caso de polícia. Além da PM e da Civil, Federação, clubes e as próprias organizadas (aquelas que não querem ser vistas como um grupo de marginais) têm que agir contra isso. Porque marcar briga pela internet, dar tiro, jogar pedra, não é coisa de torcedor de futebol. Não é isso o que nós somos.

Ai, que saudade de uma vitória…

Desde 12 de maio até hoje, passaram-se mais de 8 meses. Pra ser bem exato, 8 meses e 12 dias. Nesse tempo todo, o Avaí, ex-clube de Série A, ganhou apenas 8 partidas, o que significa a muito esclarecedora média de uma vitória por mês.

A noite de 12 de maio foi a da vitória por 3 a 1 contra o São Paulo na Copa do Brasil. De lá até hoje, só conseguimos ganhar de Atlético Goianiense (1 a 0), Corinthians (3 a 2), Ceará (3 a 0), Figueirense (3 a 2), Flamengo (3 a 2), Atlético Paranaense (3 a 0) e Botafogo (3 a 2).

Coincidentemente, em apenas três dessas vitórias Robinho, o nosso atual camisa 10, estava em campo (contra Figueirense, Flamengo e Botafogo), sendo que em duas delas (contra Figueirense e Botafogo), foi substituído quando o jogo estava empatado.

A vitória contra o Botafogo, em 22 de outubro, foi a última do Leão. Já faz mais de 3 meses…

Economize

Se conseguir juntar uma graninha, vale a pena pagar de uma vez só as mensalidades do Avaí. O desconto é de duas mensalidades. Ou seja, paga-se 10 meses, em vez de 12.

A mensalidade de R$ 95, por exemplo, cai pra R$ 79,16 (total = R$ 950) se for paga a anuidade. O desconto fica em 17%, mais ou menos (16,66%, pra ser exato). Claro que ter toda essa grana de uma vez só nem sempre é possível.

Outra opção é o débito em conta. A cada seis mensalidades pagas desse modo, uma é descontada (pagam-se apenas cinco), o que significa um desconto de duas mensalidades no período de 12 meses, assim como na anuidade. O problema, nesse caso, é que o Avaí não trabalha com todos os bancos, e o pagamento por débito em conta não está acessível a todos os sócios.

Continuo achando que os valores das mensalidades deveriam ser menores, até porque nem todos podem pagar anuidade ou fazer débito em conta. Mas, pra quem pode, é uma ótima opção.


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